A inteligência, é paciente; A consciência, genuína. A perspicácia, persistente; A genialidade é constante. Hipócrita és tu, sociedade! Com seus falsos valores. Sua alma é gélida e pálida; Disseminando inverdades. Sua idolatria é nítida Ao endeusar homens. Virtuosidade, não há! Nem honra em suas Palavras e condutas. Seres frios como gelo; Sem compaixão, assim são. Como animais agressivos, Ferem sem misericórdia; Portanto, semeando discórdia. Não tens piedade, é pura maldade; Dilacera corações com crueldade. Acorda e veste seu personagem, Seu falso moralismo é vaidade. Não me engano, não me iludo, Como serpente, vem rastejando. Com sua astúcia, envenenando; Com ódio e malícia, deturpando. Sua indiferença, irei ignorar; Opiniões alheias, inerentes. Jamais me farão regressar; Abstraio ideias divergentes. "Gostou deste poema? Então, permita-se ser abraçado pelo...
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